Garoto com autismo constrói a maior réplica do mundo do Titanic com 56 mil peças de Lego

Garoto com autismo constrói a maior réplica do mundo do Titanic com 56 mil peças de Lego

Garoto com autismo constrói a maior réplica do mundo do Titanic com 56 mil peças de Lego

A maior réplica do Titanic no mundo foi construída apenas com peças de Lego, por um menino islandês de 10 anos. O garoto, que tem o transtorno do espectro autista (TEA), demorou 11 meses para concluir o trabalho. Seu navio fabuloso foi exibido na Islândia, Suécia, Noruega e Alemanha. Hoje, está exposto no Titanic Pigeon Forge, museu nos Estados Unidos dedicado ao navio.

Brynjar Karl Bigisson, agora com 16 anos, construiu a réplica usando 56.000 peças de lego, finalizando com 8 metros de comprimento e 1,52 de altura. Brynjar se lembra de brincar com legos por horas quando tinha apenas 5 anos de idade. “Às vezes eu construí seguindo os modelos, e às vezes eu usei minha própria imaginação”, disse ele.

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Garoto com autismo constrói a maior réplica do mundo do Titanic

A inspiração

Antes, ele era obcecado por trens, mas isso mudou quando seu avô, Ludvik Ogmundsson, o levou de barco para pescar, despertando seu interesse por navios. Quando Brynjar tinha 10 anos de idade já sabia tudo sobre o Titanic.

Certo dia, ao visitar junto com sua mãe a Legoland na Dinamarca, Brynjar se encantou com os modelos gigantes de casas, aviões e navios expostos ali. Surgiu a partir daí, a ideia de fazer seu grandioso navio de Lego.

O apoio da família

Toda a família se envolveu no projeto. Seu avô Ogmundsson, que é engenheiro, o ajudou usando as plantas originais do Titanic para determinar a escala. Sua mãe ocupou o lugar de maior incentivadora. “Sem ela eu não teria conseguido o projeto dos meus sonhos, nunca teria sido uma realidade”, disse Brynjar.

A mãe de Brynjar disse que antes se sentia totalmente cega quanto ao futuro do seu filho por causa do autismo. Sabia que pessoas com tal problema têm que superar muitos obstáculos na vida. No entanto, ela agora se orgulha de poder compartilhar com pais de crianças autistas, de que é possível elas alcançarem seus objetivos.

Superação

Brynjar disse que a experiência o ajudou com seu autismo. “Embora eu ainda seja autista e sempre seja, eu me treinei para ser ‘o mais normal possível’ – seja em qual for o meio”, disse ele.

“Eu era totalmente incapaz de me comunicar quando comecei o projeto, e agora estou no palco e dando entrevistas. Isso me deu confiança. Quando comecei o processo de construção, eu tinha uma pessoa me ajudando na escola, em cada passo que eu dava, mas hoje estou estudando sem nenhum apoio. Eu tive a oportunidade de viajar e conhecer pessoas maravilhosas.”

Aprecie mais fotos desse incrível trabalho.

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